Poder da Dança - Parte 3

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Olá, meus queridos!
Estou de volta... depois de um domingo maravilhoso que tive com a banda, tocamos muitas musicas da Joan jett e Janis Joplin.
bem, hoje falarei sobre a danças xamânicas 

As Danças e cantos causam grande interesse às pessoas que buscam no Xamanismo um caminho de transformação. Cada dança tem uma forma diferente de se manifestar, de acordo com a linhagem e estilo do seu focalizador.

Essas Danças não promovem nenhuma religião, nem crenças específicas. Cada pessoa é vista como um lindo ser de luz com seu caminho único e maravilhoso. As Danças estão abertas para todos aqueles que estão em busca de inspiração para viver uma vida de alto potencial.
Ao contrário das danças sociais comuns, a dança xamânica funciona como uma espécie de mantra e vibração coletiva, que gera um alto potencial energético. Para quem dança, apesar de todos os desafios de vencer a si mesmo, a colheita é sempre farta e generosa.
Todas essas danças são acompanhadas pelo som do tambor e pelo canto de pessoas preparadas para este ritual. A voz e o som do tambor são a sustentação da dança e seguram a energia dos dançarinos em momentos de celebração ou de dificuldade. Existem canções e danças próprias para cada cerimônia e ritual, e elas devem ser respeitadas de acordo com cada tradição.
O tambor é a alma da dança xamânica. Em diversas culturas de todas as partes do mundo ele está presente e é utilizado de alguma forma mística, ritual ou espiritual. Dentro da visão xamânica, as batidas do tambor são as batidas do coração da Mãe Terra. Redondos, os tambores representam também o ciclo da vida e aproximam as comunidades. Tocar tambor é, assim como dançar, uma experiência espiritual.

A dança xamânica faz rebentar os vínculos da razão e do corpo. É uma dança de poder que organiza o espaço e ritma o tempo de modo que a alma, após o corpo, se ponha em movimento.

A princípio, a dança xamânica é a revelação dolorosa do corpo, uma dança "a extracorpos: longe dos movimentos rituais e harmoniosos que se poderiam esperar, ela é "quebrada", convulsiva, como se cada um de seus movimentos não tivesse outra finalidade senão deslocar o corpo. O dançarino está totalmente imerso durante no instante, e pouco a pouco o ritmo que ele impõe torna-se irreversível e determinante. a vontade perde parcialmente o domínio dos membros e, no momento em que a dança poderia existir tão somente por ela mesma, o corpo se esquece e desaparece.


Essa dança corresponde à definição dos "espasmos clônicos", isto é, violentos estados de contração e descontração dos músculos que podem vergar o corpo e jogá-lo brutalmente ao chão. Em transe, o xamã pode ainda ver e saber o que se passa à sua volta, mas seu corpo inerte está desprovido de sensações.
Só o tambor continua a ressoar, para levar ainda mais longe um viajante pelo qual ninguém mais responde. e, é então que tem início o grande momento religioso da sessão.


Bem, queridos!
Por hoje é apenas isso!
Amanhã darei continuidade e falarei sobre outras danças, o Ballet!


Blessed Be!

Um comentário:

Jac Bagis disse...

eu não entendo nada de danças, mas adorei conhecer sobre essa dança xama!

http://seenovidadeeuquero.blogspot.com

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